há muito pensava nisso,
nas recordações,
nos sonhos acordados de criança,
no doce, amável e gentil da presença-mesclada
da rarefeita beleza
da Partilha, da pena, deixara apenas no ar o aroma solar
do fulgor
como pôdes? como? sem perguntar
sem antes, tê-la em braços
antes puros
engulo a seco o saber da eterna ida
da complicada, e amarga
ausência.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
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3 comentários:
Marcelo,
"engulo a seco o saber da eterna ida": isto é néctar da língua!
E adorei o modo como você encarou e, de algum modo, destrinçou as metáforas do meu texto "Jó".
Abraços, flores, estrelas..
Marcelo,
gostaria de ler a tua opinião "um pouco mais conservadora" sobre a Reforma Ortográfica.
Acabei acrescentando as palavras "mouse, e-mail", etc.
Abraços, flores, estrelas..
Marcello, três comentários seguidos meus!
Mas gostaria que você reconsiderasse a "crítica" feita ao meu poema erótico, depois de ler o primeiro dos comentários de hoje, onde se mostram características gráficas e sonoras dele.
Abraços, flores, estrelas..
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